papercutz

Representados pela Music Verb, agência do GrupoEdI, os :papercutz foram recentemente galardoados com o prémio “Ones to Watch”, uma iniciativa do Myspace Internacional em parceria com a Vodafone. A banda torna-se assim o primeiro grupo português a ser reconhecido por este prémio! Ver em: www.myspace.com/otw_uk

O projecto :papercutz fundado por Bruno Miguel é um dos poucos grupos a sair de Portugal para cena internacional independente de música electrónica. O grupo assinou no fim de 2007 para a editora de Montreal Apegenine Recordings que já lançou trabalhos de artistas como David Kristian, Emanuele Errante, Khonnor, Julien Neto, o ex-vocalista da banda Beanbag, Hunz, entre outros.

Em 2008 surgem nos Novos Talentos Fnac, uma compilação que destaca vários artistas portugueses emergentes, pela qualidade do seu trabalho, seleccionados por Henrique Amaro, o influente radialista da Antena3. O single de avanço “Ultravioleta”, do álbum de estreia “Lylac” tem recebido airplay pelas mais conhecidas estações de rádio nacionais e a edição especial (Ultravioleta rmx’s) inclui remisturas de artistas reconhecidos na música electrónica como Neotropic (Ninja Tune, Mush), The Sight Below (Ghostly International), Spandex (Sleep Debt, Hand on the Plow) e Signer (Carpark Records).

Por outro lado, os :papercutz remisturaram o single dos peixe:avião “Camaleão” para o respectivo E.P. da banda de Braga, terminando assim o ano de 2008 em boa forma.

www.myspace.com/papercutzed
www.papercutzed.com

Publicado por Engenho das Ideias Em Outubro - 15 - 2009 Arquivo

Requiem para MU

Eduardo Patriarca, o compositor, e Valter Hugo Mãe, o escritor, juntam-se para a criação de uma ópera intitulada “REQUIEM PARA MU”, com gestão e produção da Engenho das Ideias. A estreia está prevista para 2010.

Se está interessado em programar este espectáculo contacte: clientes@engenhodasideias.com.

 

SINOPSE

Um homem, o Homem Sem Matriz, encontra-se sozinho. Tenta recuperar os elementos perdidos, tais como a identidade, a familia, toda a matriz que define a sua existência.
Encontra a Mulher Terra, espécie de Deusa Mãe, que lhe mostra os caminhos do futuro, do presente e do passado, sempre recriando os valores que antecederam aquele Homem. Cada tempo tem as suas funções e aprendizagens.
Um diálogo feito de símbolos e de imagens que nos recordam origens comuns, e a perda de referências da sociedade actual.

A partitura do “Requiem para Mū” está escrita para soprano (Mulher Terra), Baixo (Homem sem Matriz), flauta, percussão e electrónica. Sendo a electrónica a orquestra real, os instrumentos servem de sombras às vozes.
A flauta associada à Soprano e a percussão ao Baixo. Existem, no entanto, elementos que misturam as duas personagens, como o uso de uma taça tibetana pela Soprano e o uso de um Tam-tam pelos dois cantores.
A flauta alterna com flauta-alto e a percussão é constituida por: marimba, 11 gongos afinados, 5 Tom-toms, 6 temple-blocks (em dois grupos, ou 3 temple-blocks e 3 woodblocks), 1 tam-tam médio, 5 taças tibetanas, sinos tubulares e sinos budistas.

Para cada personagem existe um acorde especifico, bem como um padrão ritmico que se divide em unidades temporais distintas, mudando a estrutura mas não a proporcionalidade.
Os instrumentos usam elementos redutores dos padrões ritmicos e duas estruturas melódicas retiradas dos acordes.

Intérpretes
Mulher Terra – Ana Rute Rei
Homem sem Matriz – Bruno Pereira
Flauta(s) – Raquel Lima
Percussão – Nuno Aroso
Electrónica – Eduardo Luís Patriarca

Libretto
Valter Hugo Mãe
Música
Eduardo Luís Patriarca
Encenação
António Durães
Video
Paulo Pinto
 
Produção
Engenho das Ideias

Publicado por Engenho das Ideias Em Outubro - 15 - 2009 Projectos & Produções

É uma verdadeira surpresa aquilo que a Engenho das Ideias prepara para a presença online da Music Verb. Ainda em desenvolvimento, a Music Verb online promete muitas funcionalidades para todos: público, clientes e parceiros da marca.

O lançamento está previsto para o último trimestre de 2010.

Subscreva o serviço de Feeds do site da Engenho das Ideias e receba todas as actualizações acerca deste tema.

Publicado por Engenho das Ideias Em Outubro - 15 - 2009 Arquivo

jpopost

A Phonedition, editora do GrupoEdI, prepara-se para editar um disco com obras do compositor João Pedro Oliveira, intitulado “Maelström”. Já em fase de produção, em breve será anunciada a data e local de lançamento de um dos mais relevantes jovens compositores portugueses.

Obras como “Labirinto”, com interpretação de Lacerda String Quartet; “Maelström” por Enikö Ginzery; ou “Timshel”, este gravado pelo Sond’Ar-te Electric Ensemble conduzido por Pedro Amaral, fazem parte do alinhamento do disco.

Este disco conta ainda com a parceria da Universidade de Aveiro, Antena 2, INET-MD. Instituto de Etnomusicologia – Música e Dança, Direcção-Geral das Artes.

 

BIOGRAFIA JOÃO PEDRO OLIVEIRA
João Pedro Oliveira (n. 1959) é um dos mais importantes compositores portugueses da sua geração. Estudou órgão, composição e arquitectura em Lisboa. Doutorou-se em Música (Composição) na Universidade de New York em Stony Brook.


As suas obras têm recebido vários prémios nacionais e internacionais, e incluem uma ópera de câmara, um Requiem, várias obras orquestrais, três quartetos de cordas, música de câmara, música para instrumento solo e música electroacústica. Nos últimos anos tem-se interessado especialmente na interacção entre a música instrumental e a música electroacústica, utilizando estes dois meios em quase todas as suas obras mais recentes.

É Professor Catedrático na Universidade de Aveiro. Tem igualmente publicado diversos artigos em revistas nacionais e internacionais, e escreveu um livro sobre teoria analítica da música do século XX.

 

PRINCIPAIS PRÉMIOS

1st Prize in Alea III Competition (USA) – 1996
1st Prize in Bourges Electroacoustic Music Competition (France) – 2002, 2007
1st Prize in Earplay competition (USA) – 2003
2nd Prize in S. Paulo Electroacoustic Music Competition (Brasil) – 2005
Honorable Mention in Bourges Electroacoustic Music Competition (France) – 2005
Selected work in Tribune Internacionale de Musique Electroacoustique (Italy) – 2005
1st Prize in Musica Nova competition (Czech Republic) – 2005, 2007
1st Prize in Metamorphoses competition (Belgium) – 2006
1st Prize in Roma Soundtrack Competition (Italy) – 2007
1st Prize in Yamaha-Visiones Sonoras Competition (Mexico) – 2007
Magisterium Prize in Bourges Electroacoustic Music Competition (France) – 2008
Giga Hertz Award. 2008.

Publicado por Engenho das Ideias Em Outubro - 15 - 2009 Em Destaque

pinoquio

O espectáculo “Pinóquio – O Musical” estará em digressão em Portugal já a partir do próximo dia 24 de Outubro. Com letras e adaptação de Liliana Moreira e criação musical de Artur Guimarães, em conjunto autores de versões portuguesas de musicais como ”O Feiticeiro de Oz” e “Aladino”, bem como de outras produções de relevo das quais se destacam ”Scents of Light”, “Footloose” e ”De que cor é o Amor?”. Artur Guimarães é  mais recentemente director musical das produções de Filipe La Feria.

“Pinóquio – O Musical” tem espectáculos agendados para:

PORTO – Teatro Sá da Bandeira – 24 e 25 Outubro – 15h00

LEIRIA – Teatro José Lúcio da Silva – 8 Novembro – 15h30

ÍLHAVO – Centro Cultural de Ílhavo – 15 Novembro – 15h00

VILA REAL – Teatro de Vila Real – 22 Novembro – 15h30

BRAGA – Theatro Circo – 29 Novembro – 15h00

FARO – Teatro das Figuras – 6 Dezembro – 15h00

DATA EXTRA:

LAGOS – Promovido pela Câmara Municipal de Lagos – 19 Dezembro – 17h00

SINOPSE

Gepeto está de costas a talhar um pedaço de madeira. Percebemos pelo cenário que estamos numa casa, que é também carpintaria. Gepeto canta os lamentos da vida solitária e da idade e senta-se numa cadeira de baloiço, onde acaba por adormecer.

I Acto

Uma mesa e uma cadeira ganham vida e trauteiam ao som do roncar de Gepeto, assim como o pedaço de madeira que o velho trabalhava. Quando Gepeto acorda, assusta-se com a algazarra mas acaba por ver só o Pinóquio a saltar de um lado para o outro. Entretanto a cadeira e a mesa tinham voltado a ser simplesmente uma mesa e uma cadeira!

Os dois apresentam-se, apesar da incredulidade de Gepeto. Pinóquio, irrequieto, acaba por sair à rua, onde se depara com uma feira e onde todos cantam a apregoar os seus produtos. Os saltos do boneco, ainda desequilibrado, acabam por causar grande confusão, entre os vendedores, pois derrubam bancas e produtos e percebe-se uma nuvem de farinha no ar. Os feirantes chamam os guardas da aldeia que tentam prender Pinóquio. Gepeto dá-se como culpado, para que o seu filho de madeira possa viver a liberdade, e é levado para a prisão.

Entretanto, Pinóquio já se pôs a caminho. Quer ver o mundo e aproveitar o facto de lhe terem sido talhadas umas pernas. É então que encontra o Grilo Falante, que o avisa que a desobediência pode ter consequências graves. Há uma canção/cena de sapateado com todos os bailarinos e o grilo.

Apesar dos avisos do Grilo, Pinóquio cruza-se na estrada com uma gata e uma raposa e deixa-se enganar e roubar por elas, perdendo a moeda que o Grilo lhe tinha oferecido para que comprasse livros. Acaba por ficar abandonado na berma, inconsciente.

Ao passar por aquele caminho, uma Fada, de quem o grilo é amigo, tenta perceber o que se terá passado com o pobre boneco. O que começa por ser uma canção de embalar e de cuidado, acaba por desembocar numa música pop, em que a Fada se revela uma verdadeira “Dancing Queen”. Pinóquio acorda, fica fascinado com a beleza da fada mas mente-lhe pela primeira vez e o seu nariz cresce, e cresce mais ainda quando continua a mentir. Apanhado, Pinóquio não tem outra solução senão dizer a verdade e é perdoado pela Fada Azul, que também lhe dá uma moeda.

Pinóquio segue novamente caminho e entra num teatro de marionetas. Acaba por gastar a única moeda que tem, atraído pela música e pela festa que acontece no teatro. Pinóquio não demora a causar confusão e é confundido com uma marioneta do teatro, já que é feito de madeira, como elas. Papafogo, o dono do teatro, aparece e repreende Pinóquio, dizendo-lhe que o vai usar para atear fogo à lareira e preparar os cozinhados. Mas deixa-se comover pela conversa de Pinóquio, que lhe garante ter uma família muito grande que precisa de ajudar. Papafogo dá-lhe algumas moedas, para que ajude o pai e a família, e deixa-o partir.

Depois de Pinóquio voltar à estrada, encontra o amigo Luciano Trinca-espinhas e deixa-se desviar, uma vez mais, porque Trinca-espinhas lhe fala de uma terra onde só se brinca, onde não é preciso trabalhar nem estudar. Ao chegarem à terra dos brinquedos, tudo canta e tudo dança, tudo é cor e alegria. A diversão arrasta-se por algum tempo, até cair a noite. Depois de um sono curto, percebem que estão diferentes: cresceram-lhes as orelhas e uma cauda. Transformaram-se em burros! Afinal, brincar o dia todo pode terminar mal.

Surge então um homem severo que leva Pinóquio da terra dos brinquedos e obriga-o a trabalhos forçados. A cena é mais melancólica. Pinóquio arrasta uma roda de moagem e são criados pequenos quadros, quer em termos de encenação, quer em termos musicais, e em cada quadro pontuado pela luz Pinóquio vai perdendo o aspecto de burro, tornando-se novamente numa criança…de madeira! Entretanto adormece e é desamarrado pela Fada Azul e pelo Grilo Falante. Pela manhã, quando volta ao trabalho, percebe que tem o seu antigo aspecto e que está solto das amarras. Vai então à procura do pai.

Volta ao caminho de sempre e começa a ouvir-se o barulho do mar. Pinóquio decide mergulhar na praia porque lhe dizem que o pai o procurava num pequeno barco, mas acaba na barriga de uma baleia. Até que…até que finalmente vê Gepeto, que tinha também sido engolido pelo mamífero marinho. Pensam numa estratégia para escaparem e acabam por conseguir. Mas Gepeto está fraco e doente. Pinóquio tem de trabalhar para que o pai possa recuperar rapidamente, alimentando-se com francos repastos. A Fada ajuda novamente Pinóquio, que se empenha para conseguir que o pai seja tratado, laborando arduamente.

Final

O final não podia ser mais feliz. Aprendida a lição, Pinóquio é transformado num menino. Deixa de ser um boneco e vive tranquilo ao lado de Gepeto, ouvindo os conselhos da Fada e indo à escola.  A festa volta à aldeia.

FICHA ARTÍSTICA | TÉCNICA

Direcção Artística: Artur Guimarães
Música: Artur Guimarães
Letras e Adaptação: Liliana Moreira
Encenação: Pedro Frias
Coreografia: Joana Quelhas
Cenografia e Montagem: Paulo Soares | Jónas Ribeiro
Figurinos e Maquilhagem: Ana Novais
Direcção de Cena: Vanessa Freitas
Desenho de Luz: Emanuel Pereira / Eliseu Morais
Desenho de Som: Gustavo Almeida

Pinóquio: Ricardo Bueno
Gepeto: Abílio Ramos | Afonso Oliveira
Grilo: João Guimarães
Fada: Bel Viana
Luciano: Nuno Marques
Gata: Isabel Silva
Raposa: Cátia Santos

Bailarinas: Daniela Ferreira, Mariana Morgado, Catarina Alves, Inês Sousa

Operador de Luz: Emanuel Pereira | Eliseu Morais
Operador de Som: Gustavo Almeida | Rui Sampaio

Classificação Etária: Maiores de 4 Anos.

Publicado por Engenho das Ideias Em Outubro - 15 - 2009 Arquivo

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PROGRAMA HARMOS FESTIVAL ORCHESTRA 2010

Maestro: Dirk Vermeulen
Solistas: Nadja Nevolovitsch (violin), Povilas Jacunskas (cello), Nuno Cernadas (piano)
Programa:

I. Abertura da ópera “Le nozze di Figaro” – Mozart
II. Concerto triplo para violino, violoncelo e piano Do M op. 56 – Beethoven
III. Sinfonia nº4 “italiana”  La m op.90 – Mendelssohn

O festival que reúne os melhores músicos das mais conceituadas escolas superiores de música da Europa regressa em 2010. Agora no início do ano, o Harmos Festival acontecerá de 1 a 7 de Março de 2010 em espaços como a Casa da Música do Porto, o Teatro de Vila Real ou a Casa das Artes de Arcos de Valdevez.

Para mais uma edição do festival que conta com 3 edições (2006,2007,2008), a Engenho das Ideias em parceria com a ESMAE (Porto), convidaram escolas como o Royal College of Music (UK), a Sibelius Academy (Finlândia) ou o Conservatoire National Supérieur de Musique et de Danse de Lyon (França).

HARMOS ORCHESTRA EM 2010

Em 2010 o Harmos Festival estreia a mais recente novidade do festival: a Harmos Orchestra. Cumpre-se assim um dos objectivos que presidiram à fundação do festival. A possibilidade de formar uma orquestra com todo os músicos participantes no festival traz agora mais um ponto de grande interesse em torno da iniciativa, além das dezenas de concertos promovidos numa semana em mais de 10 salas do norte e centro do país.´

Dirigida por um maestro convidado (a confirmar), a Harmos Orchestra estará disponível para 2 concertos, um dos quais na Sala Suggia da Casa da Música.

QUALIDADE E EXCELÊNCIA

Participado por aqueles que são, reconhecidamente, os grandes valores mundiais da música erudita,  o Harmos Festival é palco de uma qualidade e excelência artísticas inegáveis.  Todos os concertos são momentos únicos e vêm habituando as plateias do festival a elevados níveis de interpretação e musicalidade. Especialmente compostas ou seleccionadas para o Harmos Festival, as formaçõres presentes são bastantes diversas. Do instrumento solo a ensambles de cordas, são já várias as formações que se apresentaram no festival ao longo dos anos.

Em cada edição o festival edita, através da Phonedition, editora do GrupoEdI, um disco com os concertos gravados na Casa da Música.

PARCEIROS & PATROCINADORES

A última edição do Harmos Festival (2008) contou com o apoio da DG-Artes e de diversos parceiros fundamentais como a ESMAE-IPP, a Casa da Música, a Antena 2 ou o Jornal de Notícias. Para 2010 o Harmos Festival contará ainda com mais parceiros – a Engenho das Ideias está, no momento, a aceitar propostas de parceria.

No domínio do acolhimento do festival, se está interessado em promover o Harmos Festival na sua cidade ou espaço cultural contacte a produção em info@harmosfestival.com.

Publicado por Engenho das Ideias Em Outubro - 13 - 2009 Arquivo