O festival que reúne os melhores músicos das mais conceituadas escolas superiores de música da Europa regressa em 2010. Agora no início do ano, o Harmos Festival acontecerá de 1 a 7 de Março de 2010 em espaços como a Casa da Música do Porto, o Teatro de Vila Real ou a Casa das Artes de Arcos de Valdevez.
Para mais uma edição do festival que conta com 3 edições (2006,2007,2008), a Engenho das Ideias em parceria com a ESMAE (Porto), convidaram escolas como o Royal College of Music (UK), a Sibelius Academy (Finlândia) ou o Conservatoire National Supérieur de Musique et de Danse de Lyon (França).
HARMOS ORCHESTRA EM 2010
Em 2010 o Harmos Festival estreia a mais recente novidade do festival: a Harmos Orchestra. Cumpre-se assim um dos objectivos que presidiram à fundação do festival. A possibilidade de formar uma orquestra com todo os músicos participantes no festival traz agora mais um ponto de grande interesse em torno da iniciativa, além das dezenas de concertos promovidos numa semana em mais de 10 salas do norte e centro do país.´
Dirigida por um maestro convidado (a confirmar), a Harmos Orchestra estará disponível para 2 concertos, um dos quais na Sala Suggia da Casa da Música.
QUALIDADE E EXCELÊNCIA
Participado por aqueles que são, reconhecidamente, os grandes valores mundiais da música erudita, o Harmos Festival é palco de uma qualidade e excelência artísticas inegáveis. Todos os concertos são momentos únicos e vêm habituando as plateias do festival a elevados níveis de interpretação e musicalidade. Especialmente compostas ou seleccionadas para o Harmos Festival, as formaçõres presentes são bastantes diversas. Do instrumento solo a ensambles de cordas, são já várias as formações que se apresentaram no festival ao longo dos anos.
Em cada edição o festival edita, através da Phonedition, editora do GrupoEdI, um disco com os concertos gravados na Casa da Música.
PARCEIROS & PATROCINADORES
A última edição do Harmos Festival (2008) contou com o apoio da DG-Artes e de diversos parceiros fundamentais como a ESMAE-IPP, a Casa da Música, a Antena 2 ou o Jornal de Notícias. Para 2010 o Harmos Festival contará ainda com mais parceiros – a Engenho das Ideias está, no momento, a aceitar propostas de parceria.
No domínio do acolhimento do festival, se está interessado em promover o Harmos Festival na sua cidade ou espaço cultural contacte a produção em info@harmosfestival.com.
O Rock dispensa apresentações…
A sua presença forte nas manifestações culturais contemporâneas demonstra a sua importância e, porque não existe música no vazio, enriquece a nossa moldura cultural.
Esta evidência dá-nos a oportunidade de fazer do espectáculo “Rock Me, Baby” uma ilustração sonora e visual das aventuras e desventuras de que o Rock se serviu, e serve, para nos entusiasmar!
Não será bem um quizz show, nem tão pouco um shot musical violentador dos nossos ouvidos. É mais um placebo agitador de memórias. Um vitamínico sério para nos conhecermos um pouco melhor.
Músicos, sons e imagens transformam 60 minutos numa viagem relâmpago ao longo da 2ª metade do século XX, visitando personagens e grupos ilustres de uma das formas mais populares de fazer música: o Rock !!!
Produção & Promoção
Engenho das Ideias
Instituto Orff do Porto
Criação & Direcção Artística
Mário Azevedo
Músicos
António Miguel - Voz
Miguel Azevedo – Guitarra
Pedro Ferreira – Baixo
Artur Guimarães – Teclados
Sérgio Silva – Bateria
Som
Gustavo Almeida
Luz e Operação Vídeo
Pedro Cabral
Design Gráfico
Rui Couto
Augusto Peixoto
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Sinopse:
Um homem, o Homem Sem Matriz, encontra-se sozinho. Tenta recuperar os elementos perdidos, tais como a identidade, a familia, toda a matriz que define a sua existência.
Encontra a Mulher Terra, espécie de Deusa Mãe, que lhe mostra os caminhos do futuro, do presente e do passado, sempre recriando os valores que antecederam aquele Homem. Cada tempo tem as suas funções e aprendizagens.
Um diálogo feito de símbolos e de imagens que nos recordam origens comuns, e a perda de referências da sociedade actual.
A partitura do “Requiem para Mū” está escrita para soprano (Mulher Terra), Baixo (Homem sem Matriz), flauta, percussão e electrónica.
Sendo a electrónica a orquestra real, os instrumentos servem de sombras às vozes.
A flauta associada à Soprano e a percussão ao Baixo. Existem, no entanto, elementos que misturam as duas personagens, como o uso de uma taça tibetana pela Soprano e o uso de um Tam-tam pelos dois cantores.
A flauta alterna com flauta-alto e a percussão é constituida por: marimba, 11 gongos afinados, 5 Tom-toms, 6 temple-blocks (em dois grupos, ou 3 temple-blocks e 3 woodblocks), 1 tam-tam médio, 5 taças tibetanas, sinos tubulares e sinos budistas.
Para cada personagem existe um acorde especifico, bem como um padrão ritmico que se divide em unidades temporais distintas, mudando a estrutura mas não a proporcionalidade.
Os instrumentos usam elementos redutores dos padrões ritmicos e duas estruturas melódicas retiradas dos acordes.
Música
Eduardo Patriarca
Libretto
Valter Hugo Mãe
Encenação
António Durães
Intérpretes
Mulher Terra – Ana Rute Rei
Homem Sem Matriz – Bruno Pereira
Flauta(s) – Raquel Lima
Percussão – Nuno Aroso
Electrónica – Eduarda Patriarca
Vídeo
Paulo Pinto
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“Uma das mais magníficas e dispendiosas diversões que o saber humano pode inventar.”
John Evelyn sobre a ópera, em 1645
A ópera é uma forma de arte total apreciada, actualmente, por todas as classes sociais e etárias. É uma forma de arte única diferente de todas as outras, com uma força vital própria, sendo a mais excitante, a mais envolvente e muitas vezes a mais grandiosa de todas as artes do espectáculo. Combina todos os grandes poderes do canto, da música instrumental, do teatro, da dança e da composição visual.
“Nenhum bom enredo de ópera pode ser sensato, pois as pessoas não cantam quando se sentem sensatas.”
W.H. Auden, 1961
Esta proposta vai no sentido de apresentar um conjunto de excertos do repertório da grande ópera. Um concerto que se pretende apelativo, dinâmico e muito divertido com um argumento original que fará a interligação dos momentos das diferentes óperas com pequenos apontamentos cénicos (das Bodas de Fígaro de Mozart, passando pelo Barbeiro de Sevilha de Rossini, Carmen de Bizet, La Boheme de Puccini e pela Traviata de Verdi, entre outras).
Para além de entretenimento tem também um papel pedagógico pois afinal de contas pretende-se mostrar e desmistificar este tipo musical que ultimamente tem ficado reservado essencialmente para as grandes salas de espectáculo do país.
Um concerto em dois actos (duas partes) com aproximadamente 80 minutos de puro entretenimento e fruição musical apresentado por cantores jovens mas de créditos já firmados. Uma surpresa que ninguém vai querer perder.
Encenação
Inês Vicente
Cantores
Carla Caramujo – Soprano
Marina Pacheco – Soprano
Patrícia Quinta – Meio-Soprano
Carlos Nogueira – Tenor
José Corvelo – Barítono
Bruno Pereira – Baixo
Piano
Joana David
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Os mais fantásticos temas dos melhores musicais da Broadway e da Disney de sempre! Um espectáculo contagiante com 9 cantores e uma orquestra de 13 elementos interpretam magnificamente temas de Jesus Cristo Super Star, Fame, Rei Leão, Cats, Grease e muitos outros musicais da Broadway, do West End e da Diney.
Direcção Musical
Artur Guimarães
Coreografias
Sara Lima
Cantores
Bruno Galvão
Catarina Santos
Isabel Silva
Joana Almeida
Joana David
João Calvo
João Guimarães
Sara Lima
Victor Peixeiro
Orquestra
Artur Guimarães – Piano
André Ramos – Sintetizador, Flauta, Saxofone
Pedro Barras – Guitarra
Pedro Ferreira – Baixo
Filipe Lopes - Bateria
Hugo Vieira – Percussão
Carlos Pinto da Costa – Violino
Ana Célia Costa – Violino
Hugo Diogo – Viola
Vanessa Pires – Violoncelo
João Brandão – Saxofone
Daniel Dias – Trombone
António Silva – Trompete
Bailarinos
Joana Quelhas
Mário Silva
Sara Lima
Som
Pedro Mouga
Luz
Pedro Cabral
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Colas
Se acaso alguém comigo vem ter
Co’ânsia e o desejo de consultar o meu saber,
No seu olhar eu adivinho o que lhe vai na alma…
Mozart – Bastien e Bastienne – 1768, Viena
Há vozes que, sem esforço, nos ajudam a encontrar as marcas de uma civilização.
W.A. Mozart é uma dessas vozes!
Daquelas que nos permitem (re)visitar a História e a Cultura europeias e construir, com o seu apoio, um quadro de referências definidor da condition humaine ocidental.
Consciente da responsabilidade que é “libertar” e destacar Bastien e Bastienne do mar de pérolas mozartiano, a Engenho das Ideias, após um ano carregado de efemérides, pôs a mão na massa e decidiu homenagear a sua inventividade a sua nobreza e genialidade e fazer uso de uma das suas primeiras óperas.
A intemporalidade de Bastien e Bastienne, um singspiel num só acto e concebido aos 12 anos, remete-nos para uma precocidade prodigiosa e levanta a questão: Terá sido Mozart, alguma vez, criança? Terá nascido adulto? Terá sido Mozart um wonderboy ao longo da sua vida? Como explicar a beleza e o equilíbrio formal de uma obra destas, composta em tão tenra idade?
Que resposta dar, sabendo nós hoje que essa beleza e equilíbrio formal estão sempre presentes em todas as suas obras?
Será que a dificuldade de responder reside no que Schnabe descortinou em Mozart: ser demasiado fácil para as crianças e difícil demais para os adultos?
Não sabemos. Aparentemente, ou talvez não, Mozart fala-nos sem rodeios e directamente – as suas cartas são prova disso – de que é feita a vida. Fala-nos do amor, da paixão, da morte, da reconciliação humanas com uma profundidade e uma emoção enormes. Assim mesmo. Directo ao assunto. Tal e qual!
Talvez o melhor seja agora aproximarmo-nos desse Bastien e Bastienne, em tempos desenhado originalmente a partir das ideias de Marie Justine Benoît Favart popularizado por Jean-Jacques Rousseau e expô-lo com o auxílio de cantores, músicos, actores e bonecreiros.
W.A. Mozart, ele próprio ou a sua alma gémea, estará presente e parodiará um pequeno episódio recreador da sua vida e obra. Talvez assim, pensa a Engenho das Ideias, a efeméride não se fique só pelo ímpeto da sua realização e nos ajude a fruir, a fruir Mozart.
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Nota: Espectáculo particularmente vocacionado para o público infantil.





